Fonte: Google

A nossa 1ª capital europeia, há
muitos anos.

Dois dias, sem reservas, sem marcações,
sem planos. Apenas com a convicção de que se estávamos em Lion tínhamos de ir a
Paris. Obrigatoriamente!

De TGV foi num instante! Caro mas
eficaz!
 
A Torre Eiffel ao longe… “olha!
olha! olha!”… “ui, não parece assim tão grande… mas deixa ver ao perto!”. De
facto, não a sentimos tão imponente como pensávamos. Hoje à distância,
parece-me maior, mais marcante do que lá na altura.
 
Sentimo-nos muito bem nos espaços
exteriores do Louvre. Ainda que não tenhamos oportunidade de entrar ficamos no
exterior a contemplar e aproveitar para analisar no mapa da cidade as próximas
visitas.  
 
Paris é de facto lindo. De
natureza formal e aristocrata, espírito romântico, carácter rico e fértil em arquitectura
monumental carregada de história.
 
Lamento desconhece-la by night.
Não, não vi a luz da cidade das
luzes, mas o cansaço era tanto, depois de palmilharmos meia cidade a pé, que
aterramos no quarto da pensão de forma irremediável.
 
Como local de eleição tenho de destacar
o Centro Georges Pompidou e praças adjacentes.
Mesmo em tão pouco tempo voltávamos
sempre lá. A vivência daqueles espaços era diferente, totalmente nova e
estimulante para nós. 
 
Os poucos momentos de descanso no
Jardim das Tulherias permitiram captar alguns aspectos da vida parisiense, que analisamos
e debatemos com toda a curiosidade!
 
Pagar couro e cabelo por uma
lasanha básica com salada verde, numa esplanada virada para o Sena, também nos
marcou na altura. Mas que esperávamos?

E ainda viemos de lá tatuados! Sim! Não só das marcas que as recordações nos podem deixar mas literalmente tatuados.

 
Gostei de Paris. Sei que hoje a apreciaríamos
de uma forma mais consciente mas certamente menos fascinada. 
Gostei de Paris e gostei de a
conhecer naquela altura.